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Educação para o trânsito

Minicidade de trânsito itinerante

Na minicidade de trânsito itinerante, agentes de trânsito e funcionários da Gerência de Educação para o Trânsito, orientam crianças a partir de cinco anos sobre a importância do respeito às leis de trânsito. Em seguida, as crianças pedalam pela minicidade com triciclos. Para finalizar, pintam um desenho relacionado ao tema que aprenderam e assistem a filmes educativos.

A minicidade de trânsito, por ser itinerante, atende diversos eventos realizados por Secretarias da Prefeitura e também todas as escolas previamente agendas pela Gerência de Educação no Trânsito em qualquer período do ano, exceto, durante o mês de setembro, época destinadà às atividades da Semana Nacional de Trânsito.

As instituições interessadas em receber a minicidade devem entrar em contato pelo telefone 3331-5000 ou clicar no botão abaixo.

Palestras

As palestras com diversos temas relacionados à Educação no Trânsito são realizadas por agentes de trânsito e funcionárias da Gerência de Educação. Atendem crianças e jovens de Escolas do Ensino Fundamental e Médio, bem como adultos funcionários de empresas. O atendimento é feito desde que seja previamente agendado pela Seção de Educação em qualquer período do ano, exceto, durante o mês de setembro.

As instituições interessadas em realizar palestras devem entrar em contato pelo telefone 3331-5000 ou clicar no botão abaixo.

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Dicas de segurança

Educação e trânsito caminham junto!

Atravessar sobre a faixa de pedestres é mais seguro. Diminui o risco de atropelamentos. O transporte escolar de crianças tem que estar regularizado em nosso Município. Verifique no pára-brisa do veículo o selo de autorização(1) da URBES.

O transporte coletivo é uma ótima opção. Além de oferecer segurança durante o trajeto, diminui o fluxo de 50 veículos de passeio na via, e dá a oportunidade do estudante ir e voltar com os amigos. Ao desembarcar, aguarde na calçada, a saída do ônibus. E só atravesse a via com segurança, após olhar para os dois lados.

Ao pilotar, utilize o capacete com a viseira fechada ou com óculos de proteção. O passageiro também deve seguir as mesmas regras. Somente crianças com mais de sete anos podem andar na garupa. O tamanho do capacete deve ser adequado a ela.

Utilizar o cinto de segurança no banco dianteiro ou traseiro diminui o risco e a gravidade dos acidentes.

Parar em fila dupla para embarque ou desembarque coloca em risco a vida da criança e congestiona o trânsito.

Reduza a velocidade na área escolar. Crianças agrupadas são inesperadas e distraídas.

Respeite a vida. Utilize a faixa de pedestres.

(1) Veículos vistoriados pela 19ª Ciretran e Urbes, de acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, Lei Federal nº 9.503, de 23-09-1.997.

 
MITOS    

O bom motorista é cuidadoso e por isso, não precisa usar o cinto de segurança.

O motorista consegue se proteger com os próprios braços, deixando-os fixos com toda a sua força no volante.

Não precisa usar o cinto de segurança em pequenos trechos.

O cinto de segurança atrapalha a saída do motorista e passageiros do veículo, em caso de acidente de trânsito.

Usar o cinto de segurança quando gestante aperta o feto.

É falta de educação do motorista pedir para os passageiros que coloquem o cinto de segurança.

O cinto de segurança incomoda para dirigir.

A criança não aceita ficar na cadeirinha ou com o cinto de segurança.

Os passageiros no banco de trás não precisam usar o cinto de segurança.

Usar o cinto de segurança só para não ser multado.

VERDADES   

O bom motorista usa o cinto de segurança e não deixa que os outros ocupantes fiquem sem o cinto. Ele considera que podem haver situações no trânsito que causem acidentes envolvendo o seu veículo, de modo que ele não possa controlar.
 
O motorista prudente considera que o impacto de uma colisão a 50 km/h corresponde a uma queda de um edifício de quatro andares e, que não há braço mais resistente que o cinto de segurança, independentemente da intensidade do impacto.
 
O número de acidentes perto de casa é maior que o número de acidentes ocorridos em estradas.
 
Em caso de acidentes seguidos de capotagem do veículo, o cinto protege o motorista e os passageiros de possíveis traumas na cabeça mantendo-os conscientes, o que favorece no seu próprio resgate e dos outros. O cinto também impede que o motorista e passageiros sejam projetados para fora do veículo, fato que aumenta em 25 vezes a chance de óbito, devido a inúmeras situações que poderão ocorrer com a vítima fora do veículo como, por exemplo, ser atropelado pelo seu próprio veículo ou por outro.
 
O cinto de segurança sobre a região pélvica, e não sobre a barriga, irá proteger a mamãe e o feto, em caso de colisão, de forma segura e sem causar desconforto.
 
É responsabilidade do motorista prezar pela segurança de todos os passageiros, inclusive das crianças, que merecem uma atenção especial. A preocupação é sinal de apreço pelo próximo.
 
O cinto de segurança proporciona ao motorista uma postura correta e confortável para dirigir, favorecendo a concentração e reduzindo a fadiga.
 
É responsabilidade do adulto orientar e proteger a criança que não tem autonomia para se proteger ou que desconhece o perigo. É através do bom exemplo do motorista e dos passageiros que a criança irá entender a necessidade de utilizar o cinto, naturalmente. Os bons hábitos devem começar na infância!
 
Os passageiros no banco de trás sem o cinto de segurança podem sofrer ferimento medular e craniano além de empurrar o banco dianteiro, provocando ferimentos no motorista e no passageiro, às vezes irreparáveis ou fatais. Todos os ocupantes do veículo devem usar o cinto, na cidade ou na estrada.
 
A maior punição por não usar o cinto de segurança pode custar a vida de um ente querido ou a sua própria vida.